sexta-feira, 18 de março de 2011

Cão mais caro do Mundo


A agência "Associated Press" divulgou na quinta-feira (17) a imagem do bilionário chinês que pagou US$ 1,52 milhão (cerca de R$ 2,54 milhões) por um cão da raça mastim tibetano chamado "Hong Dong". O cachorro adquirido pelo empresário identificado por Yang, que mora em Qingdao, na província de Shandong (China), é o mais caro do mundo.


De acordo com o Guinness, o antigo recorde pertencia a um mastim tibetano chamado "Yangtze River Number Two", que foi vendido em 2009 por US$ 563 mil em Yushu, na China.

quinta-feira, 17 de março de 2011

WSPA se prepara para atuar no socorro aos animais do Japão

A equipe de Avaliação e Resposta a Desastres (DART) da WSPA Ásia partirá para o Japão, após dias de monitoramento e constante debate com as organizações parceiras no país.
O Dr. Ian Dacre e Dr. Damian Woodberry, veterinários da WSPA com vasta experiência em operações de socorro a animais em situações de desastres, se juntarão à “comissão encarregada dos alojamentos” coordenada pelo Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA).
Em relatório sobre a tragédia no Japão, o OCHA afirma que "a busca e o salvamento continuam a ser prioridade nas áreas afetadas pelo tsunami e pelos terremotos". Dado o grande número de pessoas que deverão ficar alojadas em abrigos temporários, segundo noticiamos em nosso Blog Animals in Disasters, a WSPA acredita que os animais que faziam parte destas famílias tenham também sofrido forte impacto.
A equipe da WSPA também deverá reunir-se com representantes do Ministério Japonês da Agricultura, Florestas e Pescas (MAFF), e do Ministério do Meio Ambiente (ME), que já foram informados de nossa disposição para apoiar os esforços em campo.
Enquanto isso, a ONG local afiliada à WSPA Sociedade de Prevenção da Crueldade contra os Animais de Kanagawa (KSPCA) nos deu a feliz notícia de que vários grupos de bem-estar animal no Japão já estão unidos para promover um esforço coordenado de ajuda aos animais afetados pelo terremoto e o seu consequente tsunami na semana passada.
A presença da equipe de Avaliação e Resposta a Desastres da WSPA no Japão certamente indicará um apoio mais concreto aos grupos de trabalho em campo e trará uma compreensão muito maior sobre as necessidades enfrentadas pelos animais no Japão nesse momento.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Cães estão cada vez mais parecidos com os homens

Eles são provavelmente os únicos animais na face da Terra com a capacidade de realmente entender o que dizemos a eles.


Responda rápido: qual é o animal mais inteligente depois do ser humano? Você disse macaco? Pesquisadores americanos estão dizendo que os cachorros estão ficando cada vez mais inteligentes e ameaçando o segundo lugar do macaco.

O minúsculo Charles caminha animadíssimo em direção ao laboratório. Chega fantasiado de abóbora, distribuindo lambidas. A dona do Charles manda, e ele senta, deita e sai rolando pelo chão. A mamãe orgulhosa rapidamente conclui: “Charles é um gênio!”

Truques ligados a muito treinamento, como sentar ou levantar a patinha, muitos outros bichos são capazes de fazer. O que nem a dona do Charles sabe é que os cachorros são dotados de uma raríssima capacidade de compreensão. É o que os cientistas chamam de inteligência social. Novos estudos indicam que esse dom seria algo relativamente recente, resultado de um processo evolutivo parecido com o que foi descrito por um outro Charles. Esse realmente era um gênio.

Lembram de Charles Darwin? O naturalista britânico, nascido há exatamente 200 anos, desenvolveu a teoria da evolução das espécies.

Descobriu que, ao longo dos anos, as espécies sofrem processos de mutação. E que as mutações que mais contribuem para a sobrevivência dos seres vivos são transmitidas ao longo das gerações.
O processo, conhecido como seleção natural, é exatamente aquele que fez os nossos antepassados evoluírem até virar homo sapiens.

Só que no caso do canis lupus familiaris – o popular cão doméstico – a evolução recebeu uma forcinha da mão do homem. Teria sido resultado de mutações naturais combinadas com a seleção feita pelo próprio ser humano, responsável por cruzamentos e novas raças.

Acredita-se que há provavelmente 100 mil anos, por causa de mutações, o cachorro deixou de ser lobo e em vez de caçar assumiu as funções de pastor e passou a viver perto de nós.

Há cerca de 15 mil anos, aconteceram mudanças no focinho, os dentes caninos diminuíram. Os cães ficaram menores e cada vez mais dependente de nós pra comer.

Bom, a gente também evoluiu e os cães, cada vez mais inteligentes, foram pros nossos quintais. E, recentemente, para dentro de casa, passando a fazer parte da família.

OK, você sempre soube que seu cachorro era genial, capaz de coisas que ninguém acredita. Mas o que você não sabe é que, fora os humanos, eles são provavelmente os únicos animais na face da Terra com a capacidade de realmente entender o que dizemos a eles. Será então que o cachorro é mais inteligente do que o macaco?

No quesito inteligência social, sim. Segundo Alexandra Horowitz, pesquisadora da Universidade Columbia, em Nova York, pra compreender os humanos, o cachorro é o número um.

Ela pergunta: “Que outro animal olha nos olhos de um ser humano como fazem os cães?”. E conclui: “Eles reagem ao nosso olhar como apenas os humanos são capazes de fazer. Acho que os cachorros são os animais mais parecidos conosco”.

Foi para estudar a inteligência canina que nasceu um instituto na Universidade Duke, no estado americano da Carolina do Norte.

São vários testes para entender, afinal, até onde vai a esperteza dos cachorros. “Pois é, eles estão ficando mais inteligentes e mais parecidos com a gente”, diz a pesquisadora Kara Schroepfer. Será que ela acha possível que a evolução continue e que os cães fiquem cada vez mais parecidos com a gente?
“Claro”, ela responde. “É isso o que está acontecendo.”

Será que dá pra imaginar então daqui a três mil anos cachorros que farão gestos pra dizer o que querem? Será que mais tarde ainda eles vão ficar de pé? Poderão um dia até falar?

A pesquisadora acha graça e diz que ninguém pode afirmar com certeza e que teremos que esperar muito para ver. Mas do jeito que anda a convivência com os seres humanos, que ninguém duvide dos descendentes dos espertíssimos cães de hoje.


Fonte:
Cachorro Blog

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Mitos e verdades da alimentação natural para cães e gatos

Conheça as vantagens e desvantagens dessa modalidade de nutrição animal que aos poucos vem conquistando o paladar dos pets no Brasil.


Chico, Pluma, Eko e Maya têm muito mais em comum do que imaginam, apesar de os três primeiros morarem no Rio de Janeiro e a última em São Paulo. Os cães são adeptos à alimentação natural (AN), uma modalidade nutricional que está começando a ser introduzida no Brasil, mas que existe, há pelo menos, 70 anos. Baseada em alimentos crus, incluindo ossos carnudos, ou em grãos, verduras e carnes cozidas (sem ossos), a AN tem conquistado, principalmente, as pessoas que buscam refeições aos moldes tradicionais, livres de conservantes e aromatizantes.

Quando se fala em oferecer pedaços de frango, porco, boi e outra série de ingredientes aos cães e gatos muitas dúvidas e mitos surgem na cabeça dos donos. Há quem acredite que os animais possam ter diarreia ou mesmo se engasgar com os ossos. Há ainda o problema da desnutrição ou o excesso de alimento resultando em animais com a alimentação desbalanceada.

Diante de tantos possíveis problemas, porque será então que cada vez mais donos têm apostado na alimentação natural para seus pets? Segundo a jornalista Sylvia Angélico, autora do site Cachorro Verde e estudante do último semestre de medicina veterinária, o interesse por uma nova forma de alimentar Maya, sua Dachshund, surgiu depois das constantes alergias e queda de pelo do animal.

“Dentro de algumas semanas (após o início da dieta) notei resultados fantásticos: diminuição da queda de pelos, melhora espontânea de coceiras e otites, hálito mais suave e fezes muito mais sequinhas e com fraquíssimo odor”, defende. Por outro lado Sylvia ressalta a importância do dono estudar sobre o tipo de alimentação que deseja oferecer para o pet e contar com a supervisão de um veterinário.

Ana Paula Pereira, zootecnista especializada em nutrição animal, concorda sobre a necessidade de acompanhamento, destacadando que “a medida é necessária para qualquer tipo de alimentação”. Ela explica ainda que no caso da AN cozida, por exemplo, não é o mesmo que dar restos de comida para os pets, muito pelo contrário. “Nessa modalidade de alimentação, em especial, é preciso que ela seja muito bem balanceada, e não pode conter temperos como alho e cebola”.

Outro detalhe importante para os iniciantes é a adaptação, que deve ser gradual, para evitar diarreias. “Eu recomendo um período de adaptação de sete dias, sendo que no primeiro o dono deve oferecer apenas 20% de alimentos naturais cozidos”, explica Ana Paula. Ela orienta ainda que a AN cozida é indicada até para animais sensíveis e mais exigentes. “Como ela é úmida é muito mais palatável”.

Após a consulta com diversos especialistas em nutrição o casal conseguiu chegar a um cardápio saudável e balanceado para seus três bichinhos. Imaginando que outros donos de pets também poderiam estar passando pelo mesmo problema, o casal resolveu então expandir a ideia e lançar a primeira linha de alimentos naturais para pets do Brasil, a Pet Delícia.

“A alimentação natural é adotada há muito tempo fora do Brasil. Ela é tão famosa quanto a alimentação convencional. Com o lançamento da Pet Delícia buscamos introduzir um novo conceito de alimentação para os donos que ainda não a conheciam”, explica Roberta.

Prestes a completar um ano a marca disponibiliza seus produtos por meio de um simpático restaurante canino, na Zona Sul do Rio de Janeiro, mas segundo Roberta, em breve, os produtos chegarão também a São Paulo, Minas Gerais e Brasília. Os pratos são servidos para degustação no restaurante em porções que custam 6,59 reais. Já a embalagem congelada contendo 900g custa de 16,50 a 25 reais.

Serviço

Pet Delícia
Local: Rua Anita Garibaldi, 60 A – Copacabana – Rio de Janeiro
Tel: (21) 2236-4493
Site: www.petdelicia.com.br